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Testamos as feirinhas gastronômicas e os food trucks de São Paulo  (VEJA SP)

Separamos o que vale a pena das roubadas nos maiores eventos na cidade.

Food truck é a versão moderna dos antigos caminhões de caldo de cana, das kombis de pastel e das vans de hot-dog. Se a ideia não é exatamente nova, virou agora um modismo saboroso. Em versões charmosas e descoladas, os veículos são pilotados hoje por chefs, alguns deles consagrados, e estacionam em áreas com boa infraestrutura, incluindo mesas coletivas, banheiros e segurança. Muitas vezes dividem o espaço com barraquinhas.

O clima é de praça de alimentação ao ar livre, mas com receitas muito mais bacanas. Em alguns desses locais, é possível encher a barriga com hambúrguer de cordeiro e ceviche de peixe branco, entre outras opções. Por cerca de 50 reais dá para fazer uma festa completa, incluindo prato, sobremesa e bebida. Como se vê, está longe de ser uma pechincha. No entanto, é menos do que se gasta num restaurante. Não há garçons, e as receitas são servidas em pratos de plástico. Mas a informalidade faz parte do barato do negócio.

Para separar nesse circuito o que há de melhor de algumas roubadas, VEJA SÃO PAULO testou recentemente as seis feirinhas gastronômicas fixas da capital. Somadas, oferecem mais de 130 pontos de venda de comida. Nos fins de semana, elas chegam a atrair aproximadamente 20 000 pessoas. As avaliações da revista foram realizadas entre 6 e 28 de setembro, sempre no pico de movimento da hora do almoço. Além de provarem três sugestões em cada um dos locais, os críticos observaram itens como infraestrutura, acomodação, limpeza, atendimento, variedade, filas e estacionamento. Não fizeram parte da prova os eventos realizados esporadicamente ou que mudam de endereço de uma edição para outra.


No cômputo geral, o Panela na Rua, realizado em Pinheiros nas noites de quinta e nas tarde de domingo desde junho, terminou como vencedor. Um de seus méritos é ter um dos cardápios mais equilibrados do mercado. Na data da avaliação, 7 de setembro, oferecia quinze pontos de salgados, sete de doces e três de bebidas. A título de comparação, a Wheelz, na Vila Olímpia, dispunha de quatro de salgados, dois de doces, um de café e nenhum de bebida no dia da visita, 12 de setembro.

Por Mariana Oliveira e Meriane Morselli

Atualizado em 17 de Maio de 2024

Leia Mais em: Veja SP

 

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